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a coroa e como eadlyn nem é tão chata assim

Todo mundo que eu conheço que leu A Herdeira ficou meio desapontado porque Eadlyn era chata demais, e tal tal tal. E realmente, ela é muito chata, e ela continua meio chata nesse livro. Mas, diante de toda a situação que ela é colocada depois do estado delicado de saúde de America e com o fim da seleção chegando, ela se torna um pouco menos... chata. Mais madura, talvez?

Se for considerar esses dois últimos livros em relação ao resto da série, eles são muito ruins. Não sei se isso mudou por causa do tempo que afastou a minha leitura dos primeiros livros dos últimos, e especialmente do último, mas parece que a escrita da Kiera Cass, apesar de continuar fluída, aquele livro que você pega o embalo e em umas seis horas, lendo preguiçosamente você termina, parece ter caído um pouco. Desde A Herdeira, mas principalmente depois de ler A Sereia, que foi um dos piores livros que eu li ano passado, parece que não consigo mais achar a mesma graciosidade na forma como ela escreve. Considerando q…
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em algum lugar nas estrelas ouvindo billie holiday

Nota desnecessária: tive muita sorte de lê-lo em dia de chuva, porque quando chove é sempre Billie Holiday.
Jack, um menino que perdeu sua mãe e não se sente confortável com seu pai, recém chegado da guerra, vai para um colégio interno. Há o estranhamento inicial. Há aquela admiração sobre a lenda do colégio, Fish. Há Early Auden, o mais estranho de todos os garotos.
Early escuta Mozart nos domingos, Louis Armstrong nas segundas, Frank Sinatra nas quartas, Glenn Miller as sextas, e não escuta nada nas terças, quintas e sábados. Bem, isso se não estiver chovendo, porque quando chove é sempre Billie Holiday. Early também sabe construir barcos e lê a história de pi (o número pi). E ele precisa provar que uma teoria que diz que o pi acaba está errada, porque não é verdade, e pi está apenas perdido.

Early resolve então entrar em uma cruzada, a procura de pi. Por não querer ficar sozinho na escola durante o feriado, Jack se junta a Early nessa cruzada, mesmo não acreditando de verdade nela.


milk and honey, poesia que li meia noite

Eu adoro poesia, principalmente esses livros de poesia que em uma hora ele tá resolvido. Principalmente quando a gente pode se identificar. E ambas as coisas são presentes no livro. Além dele ser fácil. Quer dizer, o livro foi recentemente traduzido para o português, e eu não o li, apenas na língua original, mas devo dizer que meu inglês não é tão elevado, e mesmo assim, a linguagem foi fácil.

O livro também conta com ilustrações muito bonitas, que torna a leitura mais... bonita?

Bem, é isso, é poesia. Não tenho muito o que falar. apenas, leiam.
Informações sobre o livro: Autora: Rupi Kaur Título: Milk and Honey (original); Outros jeitos de usar a boca; Editora (do livro no Brasil): Planeta do Brasil clique aqui para comprar
MINHA NOTINHA: 5/5

mosquitolândia e choros de alegria, tristeza, reconhecimento....

É preciso registrar, antes de mais nada, que eu chorei. E chorei por todos os motivos possíveis. Uma incrível variedade de choros. Choro de alegria, choro por causa da amizade, choro de tristeza, e choro de me reconhecer na personagem. Choro por causa da vida, basicamente. O que é inevitável, desde que o livro fala basicamente sobre amor.
Ou pelo menos, é o que eu acho.
Mim, baseada nos seus problemas familiares de separação dos pais, mudança de cidade, "madrasta má", entra em um ônibus em direção a Cleveland, atrás de sua mãe, que, bem, é o principal motivo para ela ir pra Cleveland. Na verdade, há vários motivos, mas isso cabe a Mim. Os motivos são apresentados enquanto ela escreve a Isabel, em um diário, com desenhos de palitinho.

Mary Iris Malone é uma menina de dezesseis anos que se descreve como uma anomalia. Acredita-se que ela tenha problemas mentais, por causa de registros na família. Ela é cega de um olho só. Ela tem problema na epiglote. Ela é meio isolada. Mas, n…